"A Santíssima Virgem, nestes últimos tempos nos quais vivemos, deu nova eficácia à récita do Rosário. Tal, que nenhum problema, não importa quão difícil possa ser, temporal ou sobretudo espiritual, na vida pessoal de cada um de nós, das nossas famílias... que não possa ser resolvido com o Rosário. Não existe nenhum problema, eu vos digo, não importa quão difícil possa ser, que não possamos resolver com a oração do Rosário."
Irmã Lúcia dos Santos (vidente de Fátima)



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sexta-feira, 16 de março de 2018

MILAGRES CONSEGUIDOS ATRAVÉS DA ORAÇÃO DO ROSÁRIO: O ROSÁRIO PÁRA UM ASSASSINO EM SÉRIE EM 1978

Às 03:00 em 15 de janeiro Bundy entrou na casa da fraternidade Omega Chi, da Universidade da Flórida e matou dois jovens antes de ir para procurar mais vítimas. Quando ele entrou em outra sala, com um bastão como arma, viu uma menina que segurava firmemente em sua mão um Rosário, deixou cair o bastão e fugiu.
Então a garota disse as autoridades que, antes de ir para a Universidade ela tinha prometido a avó dela que ela rezava o terço todas as noites para sua proteção, mesmo quando ela estava dormindo. Isto é o que ela tinha feito naquela noite, e ela nem argumentou o Rosário, quando o assassino entrou na sala. Bundy confessou após mais de trinta assassinatos.
Padre Joseph M. Esper, diz em seu livro "Com Maria para Jesus",
"ironicamente, quando Ted Bundy foi condenado à morte, aguardando a execução de seus crimes, ele falou com Monsenhor Kerr que serviu como um conselheiro espiritual, e o padre aproveitou a oportunidade para perguntar sobre aquela noite terrível." Bundy explicou que quando ele entrou no quarto da menina, ele tinha a intenção de matá-la, mas foi impedido por uma força misteriosa".
O padre de Esper acrescenta:
"E não só (Rosário) ajuda o nosso próprio crescimento espiritual, mas isso também prejudica o Reino de Satanás. O famoso exorcista do Vaticano Padre Gabriele Amorth disse: ' um dia, um colega meu ouviu o diabo durante um exorcismo, cada ave Maria é como um golpe para minha cabeça. Se os cristãos soubessem quão poderoso é o Rosário, seria meu fim".




Apostolado Ascetismo Cristão
www.cilicio.com.br



sábado, 22 de fevereiro de 2014



Como verdadeiro filho de Nossa Senhora, o Padre Pio era dedicado ao Rosário, e diz-se que chegava a rezar o Rosário até 35 vezes por dia. Muitas fotografias mostram-no com a sua mão direita no bolso, onde guardava sempre o terço. Na verdade, incitava todos os Católicos a "amar a Senhora e a rezar o Rosário, porque o Rosário é a arma contra os males do mundo."


“Uma filha espiritual perguntou a Padre Pio:
- Como o senhor consegue rezar tantos terços?
Padre Pio respondeu:
- E você, como consegue não rezá-los?”



segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Livro: O Milagre do Sol





Um milagre magnífico, comprovado pela ciência como sobrenatural e com mais de 70 mil testemunhas que viram o Sol cair sobre a Terra e girar de um lado para o outro.
O livro "O Milagre do Sol" da editora Petrus possui depoimento de testemunhas que estiveram no local e descreveram o milagre.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Trecho do Livro de Gloria Polo

Quando já tinha dinheiro, comecei a dizer à minha mãe: “Mãe, separe-se do pai!…É impossível a senhora aguentar um homem assim! Tenha dignidade, faça-se valer!” Sabem por que eu amei o meu pai? Porque a minha mãe foi uma mulher boa que nunca nos ensinou a odiar, nem ao meu pai nem a ninguém. Imaginem: Eu queria divorciar os meus pais! Mas a minha mãe dizia: “Não, filha, não posso! Eu sofro, mas sacrifico-me  por vocês, meus filhos. Vocês são sete e eu sou só uma. Eu sacrifico-me porque o teu pai é bom pai e seria incapaz de separar-me dele e deixar vocês todos sem pai. Além disso, se me separo dele, quem vai rezar para que o teu pai se salve? Sou eu que posso pedir por ele, para que ele encontre a salvação, porque a dor e o sofrimento que me causa, eu uno-os às dores que Jesus sofreu na cruz. Todos os dias vou à igreja e em frente do sacrário eu digo: Senhor, este sofrimento não é nada, eu o uno à Tua Cruz para que se salvem o meu marido e os meus filhos.  Eu entrego o teu pai a Jesus atado com o terço. O demónio puxa-o para baixo, fazendo-o pecar, mas eu puxo-o para cima com o terço e levo-o em frente ao Santíssimo, no Sacrário, e digo a Jesus: Senhor, aqui está, confio que não me deixarás morrer sem vê-lo convertido! Não só Te peço pelo meu marido, mas também por todas as mulheres que estão a passar pelo mesmo, especialmente por aquelas mulheres que em lugar de estarem de joelhos, pedindo-Te pelos seus maridos e filhos, estão nas mãos dos bruxos, dos adivinhos ou a fazer o mesmo, entregando as suas almas e as suas famílias às garras do maligno. Senhor, peço-Te por essas mulheres, por essas famílias!”
Sabem, o meu pai converteu-se oito anos antes de morrer. Arrependeu-se, pediu perdão a Deus e o Senhor perdoou-lhe. Ele estava no Purgatório, na parte mais baixa, em grande sofrimento, porque não expiou/reparou o seu pecado. Reparar o pecado é algo que levamos pouco a sério. Também muitas vezes não é possível, mas, para isso, o Senhor concede-nos a graça de reparar os nossos erros através da Missa. Cada vez que vamos a uma Missa, o Senhor dá-nos a graça de reparar o mal que fizemos. Deus mostra-nos, lá no outro mundo, a consequência dos nossos pecados, do mal que fizemos ao próximo. Até de um mau olhar, um olhar feio, uma só palavra. Se víssemos quão terrível é! E como choramos lá esses erros!
No caso do meu pai, a minha mãe dizia-lhe que aconselhasse os meus irmãos para que abandonassem a vida de pecado que levavam, porque eles seguiam os passos do meu pai: infidelidades, bebedeiras…eram uma cópia dele e isso exigia reparação. Mas sempre o meu pai respondia à minha mãe, dizendo que os deixasse divertir, que eles eram novos e que depois teriam tempo de mudar. O meu pai deu um mau exemplo aos meus irmãos e não reparou pelo seu pecado. Ele chorava no Purgatório e dizia: “Salvei-me, graças a esses 38 anos de oração dessa santa mulher que Deus me deu por esposa”! A minha mãe levou 38 anos da sua vida a rezar por ele!


sábado, 23 de março de 2013

Brasil salvo pelo Santo Rosário em 1964

Livre-tradução do capítulo III, ponto A-7 do livro "Fátima Roma Moscú" (edição em espanhol) do Padre Gérard Mura, FSSPX, sobre a pendência da Consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria, pedido pela própria Nossa Senhora de Fátima.



Em 1964, os comunistas estavam tão seguros de alcançar o poder no Brasil, que o secretário do Partido para a imprensa internacional em Moscou, deu a conhecer, algumas semanas antes, o dia exato no qual a foice e o martelo flamejariam neste país tão imenso e estrategicamente importante. "Todas as posições chaves estavam nas mãos de conhecidos comunistas ou de amigos dos comunistas", informou Fr. Valério Alberton, SJ, Subdiretor da Federação Nacional de Congregações Marianas do Brasil. "A infiltração afetava também profundamente as faculdades católicas. Inclusive encontravam-se células comunistas nos nossos liceus. Nenhum agrupamento católico escapava desse destino. Era terrível. À última hora organizou-se uma Cruzada do Rosário em escala nacional. Milhões de pessoas suplicavam ao Imaculado Coração de Maria que os salvassem. Uma gigantesca reunião de 600.000 mulheres marchou em 19 de março de 1964 pelo centro de São Paulo rezando o Rosário durante três horas. 'Mãe de Deus', exclamavam, 'preservai-nos do destino e do martírio das mulheres de Cuba, Polônia, Hungria e outras nações escravizadas'. Em outras cidades ocorria algo similar. Goulart, o presidente comunista, escapou em 1º de abril da cidade do Rio de Janeiro, quando viu a grande onda de revolta contra si. Mais tarde fugiu do país, já que, ainda que o exército estivesse fortemente infiltrado, mais da metade dele ficou com o povo. E a sombra vermelha passou de longe pelo Brasil".[1] Que alegria a do povo pela vitória! "No Rio de Janeiro e outras cidades [...] celebrou-se euforicamente [a vitória sobre os comunistas]. Nas ruas do Rio e na praia de Copacabana reinava um ambiente de carnaval[2]. Em São Paulo, onde mais veemente foi a resistência contra Goulart, chovia confetes dos arranha-céus, e centenas de carros tocaram a buzina, realizando um verdadeiro concerto"; [...] pois: "Assim foi salvo o Brasil da cubanização e de ser entregue ao comunismo"[3].
Outros relatórios confirma a intervenção de Nossa Senhora de Fátima em socorro dos devotos do Santo Rosário diante desta grave crise política: "Toda a área estava tomada por uma crise econômica e social, mas a Igreja permaneceu firme. O valoroso Arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal de Barros Câmara, falava a cada semana no rádio para exortar o povo, prevenindo-o de que o governo estava empenhado em levar os vermelhos ao poder. O Cardeal pedia à população do Brasil que rezasse e fizesse penitência, como o pediu Nossa Senhora de Fátima, dizendo-lhes que este era o único caminho para salva o Brasil. [Alguns outros bispos brasileiros fizeram o mesmo]. Os católicos brasileiros atendendo a estas repetidas petições orientaram seus esforços à reza do Santo Rosário. Neste tempo, o governo de Goulart se tinha esquerdizado tanto e encontrava-se tão infiltrado de comunistas, que uma reversão da situação parecia quase impossível. [...] Goulart enviou seus camaradas vermelhos para convencer o povo de que sua política era a correta. Seu cunhado, Leonel Brizola, um dos mais poderosos promotores do comunismo no governo, foi enviado a um importante congresso de reforma agrária na região de Belo Horizonte. Ao entrar Brizola na sala onde devia fazer usa da palavra, a encontrou apinhada de gente. Estava tão cheio o auditório que não pôde ser entendido, ensombrado pelos ruídos de Rosários e o murmúrio de 3.000 mulheres que rezavam pela libertação de seu país. Quando saiu, Brizola encontrou as ruas igualmente cheias de brasileiros em oração até onde alcançava a vista. Com raiva, abandonou Belo Horizonte. Em 19 de março, as mulheres de São Paulo bloquearam as largas ruas de seu bairro comercial com a chamada 'Marcha da Família por Deus e a Liberdade'. Com os devocionários e Rosários em suas mãos, marchava o grande exército de mais de 600.000 pessoas, com passo firme e solene, debaixo de cartazes anti-comunistas. Uma das declarações preparadas pelas mulheres dizia: 'Mãe de Deus, salva-nos do destino e do martírio das mulheres de Cuba, Polônia, Hungria e outras nações escravizadas'. Os espectadores qualificaram a marcha por São Paulo como 'a manifestação com mais adesão na história do Brasil'. Nos dias seguintes planejaram-se manifestações similares para algumas outras cidades, capitais de estados [brasileiras]. Os esforços do governo para desanimá-las e as ameaças da polícia, controlada pelos vermelhos, para impedi-las, fracassaram e não puderam deter a cruzada das mulheres. A ajuda adicional dos militares e da Igreja contra o governo pró-vermelho, obrigou finalmente Goulart a fugir para o Uruguai em 1º de abril. A maioria dos funcionários comunistas por ele designados, apressaram-se a sair do país nesse mesmo dia, muitos deles a Cuba. No dia seguinte desta revolução anticomunista sem derramamento de sangue, o povo do Brasil reconheceu o que havia realmente possibilitado essa vitória: o Santo Rosário. As mulheres tinham planejado para 2 de abril, no Rio de Janeiro, outra 'Marcha da Família por Deus e a Liberdade'. Quando um funcionário do novo governo propôs suspendê-la, sob perigo de atos violentos, as mulheres negaram-se. Uma de suas dirigentes declarou que agora a marcha seria chamada 'Marcha de Ação de Graças a Deus'. Disse que: 'Esta marcha vai mostrar ao mundo que esta é uma verdadeira revolução do povo - uma marcha que equivale a uma votação por uma verdadeira democracia'".[4]
Também os bispos brasileiros reconheceram no Rosário a arma principal contra os comunistas: "Exatamente isso me disseram os bispos brasileiros: Quem expulsou o comunismo do Brasil? Foram os cristãos, homens e mulheres, quem, com o Rosário nas mãos, saíram à rua e publicamente, em voz alta, o rezaram".[5]
Para compreender por que os católicos brasileiros era tão devotos da Virgem de Fátima, deve mencionar-se que o Brasil tinha sido consagrado ao Imaculado Coração de Maria. Além disso, em 1962, Nossa Senhora do Rosário de Fátima foi eleita Padroeira principal da diocese de Propriá(SE). Mais ainda, em 3 de fevereiro de 1964, ou seja, imediatamente antes dos acontecimentos descritos, Dom Geraldo de Proença Sigaud, SVD, Arcebispo de Diamantina, Brasil, entregou ao Santo Padre uma petição de consagração do mundo, em especial dos países sob domínio comunista, ao Coração Imaculado de Maria, a ser realizado pelo Papa e por todos os bispos ao mesmo tempo. Esta petição estava assinada por 510 bispos de 78 países; e até dezembro de 1964, Dom Geraldo recebeu ainda a assinatura de mais 250 bispos. A pesar de que o Papa Paulo VI não respondeu a este pedido, consentiu, como substituição, em confiar o gênero humano a Maria, em 21 de novembro de 1964 (ainda que não ao Coração Imaculado de Maria).

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Notas:
[1] Johnston, Francis, Fatima the Great Sign, Illinois 1980, pp. 136 s.
[2] Provavelmente o autor tenha se referido à alegria, e não à festa imoral de hoje. Nota do MJCB.
[3] Frankfurter Allgemeine Zeitung [=FAZ], 3 de abril de 1964, p. 1.
[4] Mindszenty Report, maio de 1972, p. 3.
Obs.[4]: Igualmente, provavelmente o termo "revolução" usado por uma das dirigentes do movimento tenha sido colocado NÃO com o mesmo significado que ele tem para os comunistas(evidente). É rezando e pedindo as graças de Deus que se muda verdadeiramente uma sociedade, não com levantes sangrentos. Apenas para evitar interpretações de má fé. Nota do MJCB.
[5] Arcebispo Marcel Lefebvre, Missionar und Zeuge in der nachkonziliaren Christenheit, Stuttgart 1994, p. 210.

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O Rosário salvou o Brasil do Comunismo e o salvará do Modernismo!

 FONTE: http://www.mjcb.com.br/

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Um cartão de visita e uma surpresa





“Um jovem universitário viajava no mesmo banco de transporte com um venerável ancião que ia rezando o seu rosário. O jovem atreveu-se a dizer-lhe: “Porque é que em vez de rezar o rosário não se dedica a aprender e a instruir-se um pouco mais? Eu posso enviar-lhe algum livro para que se instrua”.
O ancião respondeu-lhe: “Agradecia-lhe que me enviasse o livro para esta direcção”; e entregou-lhe o seu cartão. Nele dizia: Luis Pasteur, Instituto de Ciências de Paris. O universitário ficou envergonhado. Tinha pretendido dar conselhos ao mais famoso sábio do seu tempo, o inventor das vacinas, estimado em todo o mundo e devoto do rosário”.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Tropas soviéticas retiram-se da Áustria


Expulsos pelo Rosário Sem armas e sem sangue, Áustria se liberta dos comunistas.
         
Após a II Guerra Mundial, parte do território austríaco ficou sob domínio comunista. Tudo foi feito para que os russos se retirassem, todos os meios diplomáticos foram empregados. Contudo parecia impossível obter a retirada dos tiranos soviéticos que oprimiam o país católico. 
Através da recitação do Rosário, a nação austríaca inteira implorou a libertação a Nossa Senhora de Fátima, pois só um milagre a salvaria.
Foi constituído um movimento chamado Rosenkranzsühnekreuzzug (Cruzada Reparadora do Santo Rosário), por iniciativa do Padre capuchinho Petrus Pavlicek (1902 – 1982). Em todas as cidades, vilas e aldeias crescia o número de pessoas que aderiam ao movimento, comprometendo-se a rezar o Rosário numa determinada hora. De tal modo que, 24 horas por dia, sempre havia austríacos rezando, rogando à Virgem Santíssima pela libertação do país do jugo comunista.
Muitas procissões foram organizadas nessa intenção. A maior delas talvez tenha sido a realizada em 12 de setembro de 1954: uma enorme procissão “aux flambeaux” (com tochas) em homenagem a Nossa Senhora de Fátima, da qual participaram muitas autoridades.
500 mil austríacos já haviam aderido a essa Cruzada de orações em 1955. A Senhora do Rosário atendeu as insistentes súplicas, e o impossível – naturalmente falando – ocorreu: em maio de 1955 as tropas soviéticas abandonaram o território austríaco. Um autêntico milagre!
Milagre reconhecido pelo primeiro ministro austríaco,  num discurso com estas palavras finais: “Hoje queremos nós, que temos o coração cheio de fé, enviar ao Céu uma oração alegre, e essa oração nós a encerramos com estas palavras: Nós estamos livres. Maria, nós Te agradecemos”.


Fonte: www.catolicismo.com.br

sábado, 7 de julho de 2012

O valor da Ave-Maria


Conta o Beato Alano, para dar uma noção do valor da Ave-Maria, que uma religiosa muito devota do Rosário, que havia sofrido de uma doença em extremo dolorosa em vida, apareceu depois da morte a uma de suas irmãs e lhe disse: ''Se eu pudesse voltar a meu corpo para dizer somente uma Ave-Maria, ainda que fosse sem muito fervor, para obter o mérito desta oração, sofreria com gosto todas as dores que padeci antes de morrer''.

Vestido para Nossa Senhora - São Luís de Monfort


O Beato Alan de la Roche e outros autores, entre eles São Belarmino, contam que um bom sacerdote aconselhou três irmãs, penitentes suas, que rezassem diária e devotamente o Rosário, durante um ano, sem faltar nenhum dia, para tecer um formoso vestido de glória à Santíssima Virgem; e que este era um segredo que o céu lhe havia comunicado.
As três irmãs fizeram assim durante um ano, e no dia da Purificação, ao entardecer, quando já estavam deitadas, entrou em seu quarto a Santíssima Virgem, acompanhada de Santa Catarina e de Santa Inês, vestindo a Santíssima Virgem um vestido resplandecente de luz, sobre o qual se lia, escrito por todas partes com caracteres de ouro: “Ave Maria gratia plena.”
A Santíssima Virgem aproximou-se da cama da primogênita e lhe disse: “Eu te saúdo, minha filha, que tão bem e tão frequentemente me saudaste. Venho para agradecer-te os formosos vestidos que me fizeste.” Também agradeceram as duas santas virgens que a acompanhavam e as três desapareceram.
Uma hora depois, a Santíssima Virgem voltou com suas duas companheiras ao mesmo quarto, vestida com um traje verde, mas sem ouro e sem luminosidade, se acercou do leito da segunda irmã e lhe agradeceu pelo traje que lhe tinha feito rezando seu Rosário; mas como ela tinha visto a Santíssima Virgem aparecer para sua irmã mais velha com muito maior brillo, perguntou-lhe a razão daquilo. “É -respondeu Maria- que me fez melhor vestido, rezando o Rosário melhor que tu.”
Uma hora mais tarde, aproximadamente, apareceu a Santíssima Virgem pela terceira vez à mais jovem das irmãs, vestida com um farrapo sujo e roto, dizendo-lhe: “Oh minha filha!, assim me vestiste; eu te agradeço.”
A jovem, coberta de vergonha, exclamou: “Oh minha Senhora! Perdão vos peço por ter-vos vestido tão mal, dai-me tempo para fazer-vos um formoso traje rezando bem o Rosário.”
Desaparecida a visão, contou a aflita jovem a seu confessor tudo o que lhe havia ocorrido, e este a animou a rezar durante um ano o Rosário com mais perfeição que nunca, coisa que ela fez.
Ao cabo do ano, no mesmo dia da Purificação, a Santíssima Virgem, também acompanhada de Santa Catarina e Santa Inês, que levavam coroas, e vestida com formosíssimo traje, lhes apareceu ao entardecer e lhes disse: “Estais seguras, minhas filhas, do reino dos céus, onde entrareis amanhã com grande alegria.”
Ao que responderam as três: “Preparado está nosso coração, amadíssima Senhora, nosso coração está preparado.” A visão desapareceu.
Naquela mesma noite se sentiram enfermas, chamaram o seu confessor, receberam os últimos sacramentos e agradeceram ao seu diretor pela santa prática que lhes tinha ensinado.
Depois das orações das Completas lhes apareceu de novo a Santíssima Virgem acompanhada de um grande número de vírgens, e fez vestir com túnicas brancas as três irmãs, que, logo depois, foram para o Céu, enquanto os anjos cantavam: “Vinde, esposas de Jesus Cristo, recebei as coroas que vos estão preparadas desde a eternidade.”

Aprendei desta história verídica várias verdades:

1) quão importante é ter bons diretores espirituais que inspirem santas práticas de piedade e particularmente o Santo Rosário;

2) quão importante é rezar o Santo Rosário com atenção e devoção;

3) quão benigna e misericordiosa é a Santíssima Virgem com os que se arrependem do passado e se propõe emendar;

4) quão liberal é em recompensar durante a vida, na hora da morte e na eternidade os pequenos serviços que com fidelidade lhe fazem.

terça-feira, 26 de junho de 2012

A foto no momento do Batismo de um bebê na Espanha



Uma foto incrível tornou-se uma mensagem de fé na Espanha. Ela foi tirada no batismo de Valentino Mora, filho de Erica, uma mãe solteira de 21 anos, que pediu à fotógrafa que tirasse de graça a foto de seu filho.
A foto do batismo de Valentino Mora está varrendo a internet, porque na hora em que o padre derrama a água benta sobre sua cabeça, a água escorre no formato de um terço (veja a foto acima).
Esta história começou na Paróquia de Nossa Senhora de Assunção em Cordova, Espanha, onde o batismo do bebê de 1 mês aconteceu. Na hora em que Valentino foi à pia batismal para o sacramento do batismo, Erica pediu à fotógrafa Maria Silvana Salles, contratada por outros pais que estavam batizando seus bebês, que tirasse a foto de seu filho como um favor, já que a jovem mãe não tinha como pagar por ela. A fotógrafa, tocada pelo pedido de Erica, concordou em tirar a foto de Valentino.
Maria Silvana trabalha com câmera tradicional e teve que enviar o filme para ser revelado numa loja em Cordova. Quando ela recebeu as fotos, notou com surpresa que a água derramada da cabeça de Valentino era um terço perfeito.
A foto do batismo de Valentino fez nascer a fé no povo de Cordova, que vai até a humilde casa de Erica e Valentino para tocá-lo.
A verdade é que este sinal de fé mobilizou esta cidade em Cordova, cujos vizinhos vão à loja de Maria Silvana comprar a foto como se fosse um santinho.

O Rosário e as Almas do Purgatório



O Rosário é um tesouro dos mortos também. Um dia, São Domingos pregava sobre a eficácia do Rosário em favor das almas sofredoras. Era nas planícies do Languedoc. Um homem incrédulo zombou do Santo. Naquela noite teve uma misteriosa visão. Via as almas se precipitarem nos abismos do purgatório e Maria Santíssima, com uma cadeia de ouro, as tirava do abismo e as punha em terra firme. Era uma imagem do Rosário, cadeia de ouro pela qual Nossa Senhora arranca do purgatório as pobres almas sofredoras.   Quantos prodígios faz o Rosário em favor dos seus devotos na vida, na morte e depois da morte, no purgatório! Além do mais, o Rosário é um tesouro de muitas indulgências, que podemos aplicar em sufrágio das pobres almas. Vamos rezá-lo sempre, nas horas vagas, pelas estradas, em toda parte, não percamos o tempo. Aproveitemos para rezar muitos rosários pelas pobres almas. Temos tantos parentes e amigos e tantas almas queridas no purgatório! Vamos aliviá-las com nosso rosário bendito!

(Texto tirado do livro Socorramos as pobres almas do purgatório) Mons. Ascânio Brandão (1953 /1954)


Fonte: vidasantidade.blogspot.com.br/

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Escaparam da guilhotina

Foi em Paris, na época mais triste da Revolução Francesa. Para alguém ser preso e condenado à morte, bastava que o acusassem de monarquista ou católico intransigente.
Também os pais de Júlia Janau, uma criança de 11 anos, foram presos por causa de sua religião. Júlia, que ficara só com uma velha criada, chorava dia e noite, temendo pela sorte de seus pais.
Em sua grande aflição rezava continuamente o rosário à compassiva Mãe do Céu para que salvasse seus pais. Essa devoção do rosário ensinara-lhe sua boa mãe, dizendo-lhe que, em todo o perigo e necessidade, recorresse a Maria com muita confiança e seria socorrida.
Estava a menina ajoelhada, rezando o seu rosário, quando um representante do partido revolucionário penetrou na casa à procura de mais alguma vítima para guilhotina.
À vista daquela criança, inocente e tímida, o carrasco sentiu-se inexplicavelmente comovido. Dirigindo-se à pequena, perguntou:
- Que estás fazendo?
- Estou rezando o rosário por meus pais.
- O rosário?...
- Sim, para que reconheçam que eles são inocentes.
Ao pronunciar essas palavras copiosas lágrimas corriam-lhe dos olhos. Soluçando, ergueu, suplicante, as mãozinhas ao revolucionário que estava seriamente comovido. Num gesto de mansidão e de bondade, que havia muito não sentia, inclinou-se para a pequena de cabelos louros e, colocando-lhe a mão sobre os ombros, perguntou:
- E acreditas que a tua oração ajudará?
- Sim, foi a firma resposta - porque a minha mãezinha mo ensinou e minha mãezinha não mente.
O coração daquele homem rude e mau, enternecido diante de tamanha inocência e confiança, sentia já uma terna compaixão pela criança.
- Achas, boa menina, que teus pais são inocentes?
- Acho, sim; eles nunca fizeram mal algum.
- Pois bem; verei o que se poderá fazer por eles.
- Obrigado, senhor, por essa promessa. Ah! Salvai meus inocentes pais; restituí pai e mãe a uma pobre criança abandonada.
A grande confiança de Júlia no poder da Rainha do Santo Rosário ficou gravada no coração daquele revolucionário; e como gozava de uma influência no tribunal, conseguiu que os acusados fossem absolvidos e restituídos à sua inocente filhinha, que, pela devoção à Maria, os livraria da morte.



Do livro Tesouro de Exemplos – Padre Francisco Alves, C. SS.R. Editora Vozes 
Volume I Edição II 1958

terça-feira, 12 de junho de 2012

Do livro Tesouro de Exemplos

O Rosário nos perigos


Já faz bastante tempo, deu-se na cidade de Cartago, na república de Costa Rica, um terremoto tão violento que a destruiu quase por completo.
A Revista "América", dos Jesuítas de Nova York, narrando os pormenores da pavorosa catástrofe, chamou a atenção dos leitores para o fato seguinte: 
D. Ezequiel Gutiérrez, que fora presidente daquela república, no momento do cataclismo, achava-se em sua casa rezando o rosário acompanhado de toda a sua família. Algumas pessoas quiseram interromper a reza e fugir para a rua, mas o chefe obrigou-as a ficar até terminar o rosário.
Acabada a oração, saíram à rua e qual não foi o assombro de todas ao verem as casas convertidas em ruínas. Em toda a redondeza nenhum edifício ficara intacto; a desolação era completa; somente a casa do ex-presidente não sofrera nenhum dano, nem sequer um abalo.
Evidentemente Nossa Senhora a tomara sob a sua especial proteção, porque ali se rezava o seu rosário.


Salvo pelo Rosário


Era em maio de 1808. Os habitantes de Madrid tinham-se levantado contra o intruso José Bonaparte, que usurpara o trono dos Bourbons.
Os insurretos, cheios de ódio contra os franceses, matavam sem piedade os soldados que podiam surpreender nas ruas e nas casas.
Certa manhã encontrou-se o célebre Dr. Claubry com uma turba de insurretos que, pelo seu traje, viram que pertencia ao exército invasor.
O Dr. era grande devoto de Nossa Senhora e pertencia à Confraria do Rosário. Naquele dia mesmo recebera a comunhão numa igreja dedicada a Nossa Senhora e voltava tranquilamente para casa.
Quando percebeu o perigo, levantou as mãos ao céu e invocou os santos nomes de Jesus e Maria.
Já estavam prestes a matá-lo, acoimando-o de renegado e ímpio, quando uma feliz idéia lhe passou pela mente.
- Não, disse, não sou infiel nem blasfemo e se querem uma prova, vede o que tenho comigo. E mostrou-lhes o rosário que estava rezando.
Diante disso os assaltantes baixaram imediatamente as armas, dizendo:
- Este homem não pode ser mau como os outros, pois reza o rosário.
Precisamente naquele instante, como que enviado por Nossa Senhora, surgiu ali o sacristão da igreja em que o Doutor comungara e, vendo-o cercado pelos insurretos, gritou bem alto:
- Não lhe façam mal; é devoto de Nossa Senhora; eu o vi comungar esta manhã em nossa igreja.
Ouvindo isto, os agressores acalmaram-se, beijaram o crucifixo do rosário de Claubry e levaram-no a um lugar seguro.
Regressando à sua pátria, o piedoso Doutor publicou o favor recebido e continuou toda a sua vida rezando o rosário.


Última Ave-Maria, último suspiro!


Achava-se num asilo de velhos um antigo soldado que, apesar de sua vida de caserna e acampamento, se conservava dócil e acessível às verdades religiosas.
Um sacerdote, que o visitava com frequência, falou-lhe da devoção do rosário e ensinou-lhe o modo de rezá-lo.
Deu-lhe a Irmã um rosário e o velho militar achou tamanho consolo em rezá-lo, que sentia muito não o ter conhecido antes, dizendo que o teria rezado todos os dias.
- Irmã, (perguntou um dia), quantos dias há em sessenta anos?
- A Irmã fez o cálculo e respondeu:
- 21.900 dias.
- Irmã, e quantos rosários teria eu que rezar cada dia para, em três anos, chegar a esse número?
- 20 cada dia, disse-lhe a Irmã.
Daí em diante via-no, dia e noite, com o rosário na mão.
Após três anos de sofrimentos, suportados com grande paciência, chegou ao seu último rosário.
Ali o esperava a morte, pois não viveu nem um dia nem uma hora mais. Ao terminar a última Ave-Maria, deu o último suspiro, entregou sua alma a Deus.




Do livro Tesouro de Exemplos – Padre Francisco Alves, C. SS.R. Editora Vozes 
Volume I Edição II 1958
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